Coisas legais acontecem o tempo todo em nosso mundo. Por que cultivar assuntos tristes, pessimistas e violentos, se há tanta coisa interessante ao nosso redor? Por que não ter acesso a informações legais, iniciativas bacanas, notícias que mostram ações construtivas?

Este espaço busca reverter o "efeito noticiário" (aquela depressão que dá ao final de um telejornal, após lermos as manchetes na internet, ou após lermos um jornal qualquer). Aqui podem ser encontrados assuntos diversos que versam sobre temas
alegres, construtivos, leves, bons e divertidos.


Você tem alguma coisa legal para compartilhar? É só enviar o conteúdo para omundoelegal@gmail.com. Todos estão convidados a participar e ajudar a reverter o "efeito noticiário".

Você vai ver como o mundo é muito legal!

Mostrando postagens com marcador esporte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador esporte. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Francês, sem braços e pernas, atravessa Canal da Mancha em 13h

Com ajuda de próteses especiais, Phillipe Croizon completou a travessia.

O francês Philllipe Croizon, que não tem pernas nem braço, atravessou o Canal da Mancha, que separa a Grã-Bretanha da França, em pouco mais de 13h. Ele, que contou com a ajuda de próteses especiais, esperava completar o percurso em 24h.

- Estou muito feliz - disse o nadador, que atuava como metalúrgico quando, em 1994, teve que amputar braços e pernas após ter sofrido uma eletrocussão quando instalava uma antena de televisão.

Folha.com.br

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Menino que atirava pedras em carros vira esperança no lançamento de dardo


Antônio Carlos Maciel atirava pedras nos carros que passavam na rodovia Ayrton Senna. Até o dia em que acertou o carro da funcionária da escola em que estudava em Mogi das Cruzes e foi incentivado a trocar a perigosa brincadeira por esporte.

Deu certo. O garoto de 17 anos, primogênito da dona de casa Simone Soares, 35, mãe de mais cinco filhos --a última nasceu há uma semana-- com três pais, transformou-se em atleta do lançamento de dardo e tem marcas que impressionam pelo pouco tempo de treinamento.

Brasil tem poucos talentos no lançamento de dardo Ele está de segunda a sexta-feira no Ibirapuera sob a orientação de Fátima Germano, da ASA (Associação Sertanezina de Atletismo).

Rotina iniciada em fevereiro. Mas que lhe rendeu a marca de 60,25 m com o dardo de 700 g, utilizado na categoria menor (até 17 anos) e 100 g a menos do que o adulto. É o segundo do país nesta idade.

A força já tinha sido percebida em 2003, no dia em que acertou um Corsa na Ayrton Senna sem saber que era de alguém que o conhecia. Em vez de castigo, teve que ouvir um longo sermão das professoras sobre os perigos de atirar pedras nos carros.

Foi a professora Luciene Rocha, que trabalhava com crianças carentes da região no Projeto Fênix, em Mogi das Cruzes, quem indicou Antônio Carlos ao atletismo.

O teste de aptidão foi do jeito que ele gosta: arremessando bolas de tênis em um campo de futebol e correndo. Era basicamente o que ele fazia à margem da rodovia, jogar pedras nos veículos e fugir em disparada para não ser pego pela polícia. Era sua diversão dos 10 aos 13 anos. "Não sabia que era perigoso. Quando comecei a praticar esporte na escola, entendi que não era legal jogar pedras e eu também nem tinha energias para fazer isso depois dos treinos", contou.

Por três anos, Antônio Carlos permaneceu com a professora Luciene participando de festivais de atletismo.

Competir era uma brincadeira. Ele nem sequer tinha cadastro na FPA (Federação Paulista de Atletismo). Lançava dardos a módicos 43 m, participava de provas de 75 m, e ajudava Lucilene nos treinamentos com os alunos do projeto social Fênix.

Esporte passou na ser coisa séria quando ele passou no teste do Centro de Excelência da FPA em novembro e começou a treinar com Fátima três meses mais tarde.

Mudou de endereço. Deixou o barraco da mãe, à margem da Ayrton Senna, e foi para o alojamento no Complexo Constâncio Vaz Guimarães, na zona sul de São Paulo. Passou a ganhar R$ 150 de ajuda de custo da equipe a que se filiou, a ASA.

Após três semanas de treinos, participou da primeira competição --um torneio de lançamentos da FPA. Alcançou 50 m com facilidade.

Competiu em mais seis campeonatos. Um deles em Uberlândia, no Sul-Americano de atletismo, que dava uma vaga ao campeão nos Jogos Olímpicos da Juventude, em Cingapura, neste mês.

Não deu para fazer frente ao argentino Braian Toledo, 17, que há cinco disputa provas no dardo. Recordista mundial da faixa etária, colocou 30 m de diferença ao lançamento de Antônio Carlos, que terminou em terceiro.

DANIEL BRITO
Folha.com.br

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Campeã mundial juvenil começou no atletismo por curiosidade e com improviso


Um campo de futebol de areia, uns equipamentos improvisados, um professor de educação física de escola municipal e a chance de frequentar o principal clube da cidade.

Essa combinação levou a menina Geisa Arcanjo para o atletismo aos 13 anos. Nesta terça-feira, cinco anos depois de fazer seus primeiros lançamentos, a atleta de São Roque [cidade a 60km da capital paulista] ganhou a medalha de ouro no Mundial Juvenil de atletismo, em Moncton, no Canadá, e quebrou um jejum de 16 anos em que o Brasil não subia no lugar mais alto do pódio na principal competição sub-19 do planeta.

Os primeiros passos, saltos e lançamentos foram improvisados. Ainda hoje, os treinamentos dos companheiros de Geisa são feitos com bambu no salto com vara ou um circulo desenhado com o pé para demarcar a área de arremesso no campinho de futebol de areia. O esforço foi recompensado.

"Todo ano vou às escolas municipais convidar alunos para treinar atletismo no Grêmio [clube de São Roque]. A Geisa foi uma dessas, mas não tinha marcas expressivas em nenhuma prova", conta o professor de Educação Física Luciano da Silva, descobridor da campeã mundial juvenil.

Depois de um ano treinando, ela foi convidada para fazer heptatlo. "Mas não deixei. Com 15 anos, ela começou a mostrar potencial. E gostava muito de treinar. Foi quando eu comecei a projetar que ela podia estar na Olimpíada de 2012, 2016", conta, com ar profético, Luciano da Silva.

Geisa passou a treinar no Projeto Futuro, bancada pelo Governo do Estado, na capital paulista. Neste ano, a convite da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), foi para Uberlândia (MG), treinar com um técnico cubano. Mas, segundo sua mãe, deve voltar para São Paulo após a conquista internacional.

"Ela vai retomar a faculdade em agosto. Trancou para morar em Uberlândia, mas quer voltar, terminar a faculdade de Direito [na FMU] para lutar e ajudar os atletas", conta a mãe, Mara.

Segundo familiares, a disciplina da Geisa é tão grande no atletismo quanto fora dele. A "grandona" é boa filha, boa sobrinha, boa irmã, boa aluna, boa atleta. "Ela nunca me deu trabalho. É 'molecona', desde cedo praticou esportes, gostava de andar de bicicleta, pular, fez ginástica, caratê, natação. Mas nunca deu trabalho", lembra a mãe.

A mesma opinião do irmão Jones, 22, que destaca outra característica da irmã caçula.

"Ela foi para o atletismo por curiosidade. Mas ela é muito dedicada, por isso ficou forte assim (risos). Meu pai tem estatura baixa, nós, não. E ela tem o braço maior, mais forte e é mais alta do que eu. E olha que trabalho em indústria [é operador de produção da Companhia Brasileira de Alumínio]. Só sei que depois que ela começou no atletismo a gente nunca mais brigou", brinca Jones.

Essa força fez Geisa arremessar o peso a 17m02 no Mundial Juvenil, o que garantiu a medalha de ouro. No ano, ela já lançou a 17m11 [a segunda melhor marca do mundo entre as juvenis e a melhor entre as brasileiras, inclusive adultas].

O recorde mundial é de 22m63, conquistado em 1962 pela soviética Natalya Lisovskaya. Já a melhor marca sul-americana é da brasielria Elisângela Adriano, com 19m30 em 2001. Resultados tão distantes do de Geisa quanto a data em que foram alcançados.

Como fez seu primeiro técnico no atletismo, o melhor a fazer com Geisa é acreditar em seu futuro, seja para Londres-2012 ou Rio-2016. Hoje, em São Roque, foi dia de festa e orgulho.

MARCEL MERGUIZO
Folha.com.br

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Uma Copa do Mundo pela paz



Quatro da tarde, terça-feira, 29 de junho. Um público numeroso já chega ao Parque Jean-Marie Vincent, próximo ao bairro La Saline. No campo, crianças de 11 e 12 anos vestidas com camisas amarelas de golas verdes e com shorts azuis - como a seleção brasileira de futebol.

Do outro lado, já estão posicionadas outras crianças, com camisas vermelhas e shorts azuis, cores da seleção chilena. Todos fazem os últimos movimentos de aquecimento, só aguardando o apito inicial. Duas equipes que estão prontas para a batalha no campo: trata-se da qualificação para as quartas-de-final da competição.

Nestas oitavas-de-final se enfrentaram o Brasil, vindo da região de Pont-Rouge, e o Chile, de La Saline. A partida faz parte do campeonato "Petit Mondial” (Pequeno Mundial), uma espécie da reprodução da Copa do Mundo da Fifa, na África do Sul. O torneio reuniu 32 equipes de localidades pobres da região do Grande Bel Air e das redondezas, que representam as 32 seleções que disputaram o mundial de futebol.

No mesmo Parque Jean-Marie Vincent, a mini-seleção da Itália, vinda da região de Saint-Martin, encara o Japão de Bel Air. Em outro campo, a Eslováquia de Delmas 2 pega a seleção de Camarões, da rua de Césars, outro sub-bairro de Bel Air. Assim como na Copa do Mundo, algumas equipes vão sendo eliminadas ao longo do torneio. Mas aquelas que continuam vivas na África do Sul são, em sua maioria, diferentes das que participam da mini-Copa.

Cada time tem 15 jogadores entre 11 e 13 anos, formando um total de 480 atletas. O Viva Rio disponibilizou um médico da organização para fazer uma avaliação da saúde das crianças e o acompanhamento médico dos jogadores, que recebem ainda um lanche antes das partidas e, após o jogo, um prato de comida.

Além disso, utilizando a verba recebida pelas equipes de futebol, cada localidade decorou suas ruas e casas com as cores do país que está representando na mini-Copa. Após a competição, o lugar com a ornamentação mais bonita – e que tenha mantido a rua limpa durante o período da competição – será premiado com a quantia de US$ 500 e receberá uma grande festa com atrações culturais e musicais.

Para Daniel Delva, responsável pela área de Relações Comunitárias do Viva Rio, os jogos atraem multidões. "Em torno dos quatro campos de futebol onde acontecem as partidas, o que predomina é o entusiasmo e alegria do povo", garante.

Como se defendessem de fato o país de seu uniforme, as equipes dão duro e mostram seu comprometimento. Os técnicos das minisseleções do Chile, François Dominique, e do Brasil, Reginald Auguste, são exemplo disso: eles estão a todo momento gritando e orientando seus pupilos para que marquem, ataquem e defendam.

Mas toda esta motivação está relacionada também às recompensas que aguardam as três equipes mais bem colocadas no campeonato. Além dos troféus e medalhas, os 45 jogadores que formam estas três seleções ganham, cada um, uma bolsa de estudo no valor de US$ 130. Os jogadores que demonstrarem verdadeiro talento para o esporte serão apoiados pelo Viva Rio e integrarão o programa "Em busca de talentos esportivos", que já treina 45 outros atletas de destaque em sua escolinha de futebol.

Quem financiou com US$ 37.813 esta mini-Copa do Mundo haitiana foi a Seção de Redução da Violência Comunitária (RVC) da Minustah, a missão de paz da ONU no Haiti. Para os organizadores deste torneio, trata-se de aproveitar o ambiente criado pela Copa do Mundo da Fifa para organizar atividades lúdicas e recreativas. E quem lucrou de verdade com o torneio foram os habitantes de Bel Air e de suas redondezas.

Estas atividades têm o objetivo de consolidar laços sociais e buscar o desenvolvimento de uma cultura de paz na comunidade da Grande Bel Air. É importante desenvolver o espírito de cooperação e de troca entre as pessoas de diferentes localidades da região, de incutir nos jovens o senso de ética esportiva, de estimulá-los a trabalhar duro para aprimorar seus talentos, em vez de recorrer à vida fácil e se envolver em maus caminhos.

A implantação do projeto é assegurada pelo Viva Rio - presente no Haiti desde 2007 e que concentra suas atividades na zona de Bel Air e vizinhanças e trabalha com crianças em situação de risco social - e tem o apoio da organização haitiana Renaissance Film. Outro parceiro que também contribuiu para a realização do torneio foi o Fórum Comunitário de Bel Air, que se comprometeu com o planejamento das atividades e com a seleção dos jovens participantes.
Por Faustin Caille
Comunidadesegura.org.br

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Futebol espanhol testa camisa 'inteligente' que monitora coração de atleta


Jogar futebol e ter seu coração monitorado é uma iniciativa legal para preservar a saúde e o bem-estar dos atletas. Daqui a um tempo esse tecnologia chega à população em geral.

Quatro clubes da primeira divisão do futebol espanhol testaram um modelo de camiseta inteligente que avisa em tempo real qualquer alteração cardíaca dos atletas durante a atividade física.

O Ministério de Indústria financiou a investigação de um modelo de roupa inteligente para reduzir os casos de morte súbita de jogadores depois que dois atletas da primeira divisão, Puerta (lateral do do Sevilla, que morreu em 2007, três dias depois de sofrer um ataque cardíaco em campo) e Jarque (zagueiro do Espanyol, morto em 2008 em um infarto em um hotel) morreram e outros dois (De la Reb e Sérgio Sanchez) tiveram ataques cardíacos em pleno campo.

A nova camisa tem um sistema de microchip que detecta sinais do coração durante o esforço físico. O sinal é transmitido em tempo real e pode ser captado por um telefone celular ou ir diretamente para um computador.

Os dados transmitidos proporcionam um eletrocardiograma completo e ainda medem com precisão o esforço realizado pelo atleta, especificando os quilômetros percorridos por ele e a velocidade.

Teste em pacientes
Os primeiros modelos da camiseta foram experimentados por pacientes da Unidade de Cardiologia do Hospital La Paz, em Madri.

Eles foram monitorados em repouso e durante a atividade física usando a vestimenta.
Aprovada pelos médicos, a roupa foi experimentada por atletas de elite de Real Madrid e Barcelona e está em fase experimental para os de Sevilla e Atlético de Bilbao.

O chefe do departamento médico do Sevilla, Juan Ribas, disse à BBC Brasil que "o projeto é muito bom e muito necessário ao futebol, mas precisa ser melhorado".

Segundo o médico, a camisa "proporciona um eletrocardiograma, mas não o analisa. Num momento de emergência, toda a informação precisa pode e será vital para evitar uma morte súbita".

A Federação Espanhola de Futebol disse à BBC Brasil que "as regras do futebol são estabelecidas por instituições internacionais que não permitem o uso de peças inteligentes sem prévia aprovação, portanto esta camisa ainda não tem permissão expressa para ser usada nas competições oficiais".

"Mas ninguém pode descartá-la em um futuro breve, se for comprovada que pode ajudar a salvar vidas. É uma questão de bom senso", completou a assessoria de imprensa.
O projeto da camisa inteligente deverá ser aplicado ainda em 2010 em outros esportes como automobilismo, atletismo, motociclismo e ciclismo.

Anelise Infante
De Madri para a BBC Brasil

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Canção africana vai difundir ODM na Copa

É muito legal unir esporte e consciência!

Com o propósito de reunir esforços para o cumprimento dos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), a administradora do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento lançou na cidade sul-africana de Johannesburgo a campanha 8 Gols para a África, que tem como pano de fundo a disputa da primeira Copa do Mundo de futebol no continente.

O nome da iniciativa em inglês (8 Goals for Africa) faz um trocadilho entre as palavras “gols” e “objetivos”, que possuem a mesma grafia (goals). O carro-chefe da campanha é uma canção gravada por músicos africanos renomados, como Yvonne Chaka Chaka (África do Sul), a embaixadora da Boa Vontade do UNICEF Angelique Kidjo (Benin), Oliver Mtukudzi (Zimbábue), Eric Wainaina (Quênia), Baaba Maal (Senegal) e o coro gospel sul-africano de Soweto. Grandes nomes do jazz atual, como Hugh Masekela (África do Sul) e Jimmy Dludlu (Moçambique), trabalham nos acordes da canção-tema, sob a batuta do produtor norte-americano Arthur Baker.

O clipe musical da campanha será reproduzido em telões durante o Mundial em locais e eventos de grande interesse público, como as fan fests, que reúnem torcedores para acompanhar ao vivo as partidas fora dos estádios. Na última edição do torneio, na Alemanha, esses espaços da Fifa, entidade máxima do futebol, registraram a presença de mais de 10 milhões de pessoas.

A canção "Gols para a África" foi composta por Dludlu (música) e Wainaina (letra). Em seus versos, ela aborda assuntos como combate a doenças, pobreza, fome e mortalidade infantil até 2015: “Nós temos o poder nessa hora/ Para decidir que não perderemos mais crianças de menos de cinco anos/ Que cresceremos e viveremos para vê-las até os 80 anos/ E ver os filhos de seus filhos”, diz um trecho.

Os direitos autorais da música pertencem às Nações Unidas, assim como o de todo o material relacionado (papéis de parede para computador, ringtone para celulares e o próprio logotipo da iniciativa). O download desses produtos está disponível gratuitamente no site da campanha.

“Na luta contra a pobreza não pode haver espectadores”, resume a administradora do Programa. “Todos temos um papel a cumprir nos ODM, que, se atingidos, vão melhorar a qualidade de vida de centenas de milhões de pessoas nos países em desenvolvimento”, completa ela.

A Copa do Mundo tem início em 11 de junho e segue até o dia 11 do mês seguinte. O torneio, que será disputado em dez estádios em nove cidades sul-africanas, reúne 32 seleções, divididas em oito grupos. O Brasil está na chave G, ao lado de Coreia do Norte, Costa do Marfim e Portugal.

Pnud.org.br
da PrimaPagina